Tenho sofrido muito com o reumatismo. Meus dedos ficaram enrijecidos e só agora posso teclar um pouquinho. Por isso, só posso lhes dar uma florzinha, mas no próximo post, não posso procurar agora, é hora do remédio. Carinho da vovó!
Mais que um religioso, um humanista, uma voz que se propagava contra a opressão. Uma das suas grandes obras foi a Feira da Providência a qual compareci muitas vezes. Por que se esqueceram dele?
O carnaval passou e já foi tarde. Fico aqui, nos meus bordados porque neles minha cabeça viaja em cores, desenhos e, ao final de tudo...tenho uma bela toalha ou lençol. Só venho ao blog para incentivar minhas amigas e relembrar as coisas boas da vida.
Sempre existiram casas de crianças, principalmente de meninas, eram aquelas feitas de cobertores onde nos enfiávamos como se fossem nossos castelos. Tempos depois, a consciência da realidade desfazia tais sonhos.
Minha netinha, Lílian, pediu a Papai Noel a sua e quem ficou maravilhada fui eu...
Sem peru de Natal esse ano, resolvi dar um basta nisso depois que assisti a um documentário que mostrava o sacrifício dessas pobres aves. Sou vegetariana e estou feliz assim...
Faço muitos doces, meus dois filhos exigem e o maridão também. Mas o preferido deles e meu também é doce de abóbora que é fácil: uma abóbora madurinha, cravo canela e muito açúcar. Hummmmm, que delícia!
Aqueles tecidos antigos que sempre nos recordam algum momento da nossa vida, a calça jeans do marido, a saia estampada que saiu de moda, eu aproveito. E me aqueço na minha colorida colcha de retalhos!
Acredito que podemos reciclar tudo, ou, quase tudo. Por exemplo, o papel, o jornal podem se transformam em papier-machê, em lindos enfeites caseiros, por que não?